A carteira de clientes define quanto o escritório fatura. A estrutura entre os sócios define quanto desse faturamento vira lucro, crescimento e tempo para a sua vida.
Se você pensa em trazer um sócio em 2027, regras de entrada definidas antes da primeira conversa protegem a sua participação e a relação entre vocês.
Se o escritório cresceu e a sua retirada continua parecida com a de três anos atrás, critérios de partilha atualizados fazem o resultado acompanhar o esforço de cada sócio.
Se toda decisão ainda passa pela sua mesa, papéis e alçadas definidos devolvem à sua agenda as horas que hoje vão para aprovar despesa e destravar impasse.
Todo escritório de advocacia nasce com um conjunto de combinados: quem atende qual cliente, quanto cada sócio retira, quem aprova a despesa, quem decide a contratação. Esses combinados funcionam bem para dois sócios e uma secretária. O problema começa quando o escritório chega a 5, 10, 20 pessoas e os combinados continuam os mesmos.
Eu chamo esse limite de Teto da Fundação: o ponto em que as regras criadas no nascimento do escritório passam a frear o crescimento dele. Ele aparece em cenas que todo sócio reconhece.
Um sócio trouxe a maior parte dos clientes novos do ano. O outro coordena a equipe inteira. O terceiro concentra a produção técnica. A retirada dos três segue o critério combinado quando o escritório abriu, e cada um sai da reunião com a sensação de que leva menos do que entrega.
A contratação de um advogado sênior entra na pauta pela quarta reunião seguida. Todos concordam que ela é necessária, e a decisão volta para a próxima pauta, porque falta definir quem dá a palavra final.
Ele pergunta o que falta para chegar à sociedade. A resposta muda conforme o sócio que responde. Seis meses depois, ele aceita a proposta de outra banca e leva junto a confiança de dois clientes.
Você ainda está no escritório aprovando uma despesa de R$ 300, revisando a escala de férias e respondendo ao cliente que só fala com você. A estratégia do próximo ano fica para o fim de semana.
Um colega respeitado propõe juntar as carteiras. A ideia é boa. Na hora de definir quanto vale a participação de cada um, quem decide o quê e como alguém sai, a conversa trava.
Esse cenário tem uma causa clara. A faculdade de Direito passa cinco anos preparando o advogado para atender o cliente. A gestão da sociedade fica para ser aprendida na prática, por tentativa, copiando o modelo do escritório onde cada sócio estagiou. O resultado é um escritório tecnicamente forte, organizado sobre combinados de boca que cada sócio lembra de um jeito.
Enquanto o Teto da Fundação estiver no lugar, cada cliente novo traz mais trabalho e pouco lucro adicional, cada talento formado vira candidato a sair, e cada sócio novo multiplica o atrito. Crescer nessas condições cobra em margem, em gente e em horas da sua vida.
Se você reconheceu o seu escritório em pelo menos uma dessas cenas, o caminho para romper o Teto da Fundação cabe em um dia de trabalho.
Quero garantir minha vaga no lote 1Sete movimentos para levar a sociedade do combinado de boca ao pacto escrito.
O nível de maturidade do seu escritório e os pontos exatos onde o Teto da Fundação aparece.
A separação entre as funções de sócio, gestor e advogado, hoje ocupadas pela mesma pessoa, e quem conduz cada frente do crescimento.
Alçadas de decisão, o formato de reunião de sócios que encerra a pauta e o conteúdo essencial do acordo de sócios.
Pró-labore, distribuição de lucro e critérios de partilha que reconhecem quem capta, quem produz e quem gere.
Plano de carreira, expectativas claras e o caminho real até a sociedade.
O momento certo e as condições para trazer um sócio, a saída, a apuração de haveres (o cálculo do valor da participação de quem sai) e a sucessão.
O plano de implantação em 90 dias e os três primeiros movimentos do seu escritório, definidos no caderno.
O Protocolo funciona porque inverte a ordem em que a maioria das sociedades tenta resolver seus problemas. O caminho comum começa pela discussão de dinheiro, o tema mais sensível, e trava ali. No Protocolo, a manhã é dedicada a enxergar a sociedade, definir as cadeiras e as regras de decisão. Dinheiro e pessoas ficam para a tarde, quando o grupo já tem critérios em comum e confiança construída. Cada módulo, de 45 a 65 minutos, termina com um artefato preenchido para o seu escritório.
Cada assunto da sociedade dependia de uma conversa nova, e a conversa dependia do humor do dia.
A sociedade passa a consultar um documento: quem decide a contratação, qual critério define a partilha, quanto vale a participação de quem entra ou sai. A discussão deixa de colocar um sócio contra o outro e passa a aplicar a regra ao caso.
Você chega com o Diagnóstico Pré-Evento respondido, um questionário que mapeia os pontos de atenção da sua sociedade antes do dia 04/12. Durante a imersão, das 8h30 às 18h, trabalha os 7 módulos com caderno próprio e sai com 7 artefatos, um por módulo, além do plano de 90 dias. Nos 30 dias seguintes, o Grupo de Implementação acompanha a aplicação no seu escritório.
Esse desenho vem da experiência com mais de 1.400 escritórios de advocacia que já atendi em todo o Brasil e segue o mesmo formato do Protocolo de Liderança, a imersão presencial que conduzi em julho de 2026.
O resultado aparece no caixa e na agenda: retirada alinhada à contribuição de cada sócio, decisões tomadas na primeira reunião, associados que enxergam futuro dentro do escritório e um sócio novo que entra com regras claras desde o primeiro dia.
Advogado que planeja ter o primeiro sócio nos próximos meses.
Sócios de escritórios pequenos e médios que querem crescer com regras escritas.
Sócios de escritórios que cresceram rápido e mantêm a gestão do primeiro ano.
Sócio fundador que concentra decisões e quer distribuir papéis.
Escritórios que querem reter associados com um plano de carreira claro.
Sociedades que querem começar 2027 com o pacto escrito.
Quem busca uma palestra de inspiração. O dia é de trabalho aplicado, com caderno e artefatos.
Quem precisa da redação final do contrato social. A imersão produz os critérios, e a redação fica com o advogado societário de sua confiança.
Quem consegue reservar apenas meio período. O método depende do dia completo, das 8h30 às 18h.
Quem enfrenta um litígio societário em curso. Esse caso pede atendimento individual antes de qualquer imersão em grupo.
Os 7 módulos conduzidos por mim, das 8h30 às 18h, com trabalho aplicado ao seu escritório.
Um documento por módulo, preenchido com os dados da sua sociedade: raio-x, mapa de cadeiras, regras de decisão, critérios de remuneração, trilha de carreira, regras de entrada e saída, pacto.
O cronograma com os três primeiros movimentos do seu escritório e a ordem de execução de cada um.
Questionário estruturado enviado antes do dia 04/12. Você chega com os pontos de atenção da sua sociedade mapeados, e eu trabalho com casos reais em sala.
Acesso direto a mim e aos outros participantes durante o primeiro mês de aplicação. As dúvidas da primeira reunião de sócios depois do evento têm onde ser resolvidas.
Os 7 módulos gravados para rever os artefatos e compartilhar com o sócio que ficou no escritório.
equipe SELEM pelo WhatsApp para inscrição, logística e Diagnóstico Pré-Evento.
eu conduzo os 7 módulos e acompanho o preenchimento dos artefatos em sala.
Grupo de Implementação no WhatsApp, com respostas minhas.
Advogada, escritora, palestrante e consultora especialista em liderança, gestão legal, planejamento estratégico e sociedades de advogados, Lara Selem já atendeu mais de 1.500 escritórios de advocacia em todo o Brasil nos últimos 25 anos.
International Executive MBA pela Baldwin-Wallace College (EUA), especialista em Gestão de Serviços Jurídicos pela FGV/SP e em Liderança de Empresas de Serviços Profissionais pela Harvard Business School (EUA).
Autora de mais de 20 livros de Gestão Legal para Escritórios de Advocacia, é também mentora e professora de advogados.
Hoje lidera a SELEM. — Inteligência em Gestão Legal, ecossistema que combina educação executiva, mentoria e governança corporativa para sociedades de advogados que querem crescer com estrutura, clareza e visão de longo prazo.
Sim. Você chega à conversa com o futuro sócio levando critérios de entrada, papéis e divisão de resultado já definidos. Estruturar antes torna a entrada mais simples e segura.
O dia concentra o que levaria meses de reuniões. Você investe 8 horas em um pacto que orienta todas as próximas decisões da sociedade. O evento cai em uma sexta-feira, o que facilita a volta de quem vem de outra cidade.
O lote 1 custa R$ 597. Coloque esse valor ao lado do custo de uma contratação adiada por meses ou de um associado que sai levando clientes.
Sim. Basta participar das decisões do escritório sobre dinheiro, pessoas e estratégia. Cada módulo traz o artefato pronto para preencher, e eu conduzo o passo a passo.
Curso e livro ensinam o conteúdo. Na imersão, você aplica esse conteúdo ao seu escritório, com mediação e junto com seus sócios, e sai com os documentos preenchidos.
É o cenário ideal, porque as regras ganham força quando são construídas por quem vai cumpri-las. Cada sócio garante o próprio ingresso. Se você for sozinho, volta com a proposta pronta para a próxima reunião de sócios.
A imersão acontece em um único dia, das 8h30 às 18h, o que permite ir e voltar com planejamento simples. Em caso de imprevisto, a vaga pode ser transferida sem custo para outra pessoa do escritório, antes do evento.
O lote 1 tem vagas limitadas. A partir daí, o valor passa para R$ 697.
Tudo do ingresso regular, mais um jantar comigo na véspera, 03 de dezembro, com um grupo restrito de advogados e sócios, e acesso aos treinamentos online Advocacia Faixa Preta, Os Sócios e Mapa da Liderança.
Você fecha 2026 com o diagnóstico feito e começa 2027 com o pacto da sua sociedade em execução. Eu te espero em Curitiba.
04 de dezembro | Curitiba | 8h30 às 18h
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